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Espaço dedicado à divulgação de autores brasileiros, além de matérias e dicas sobre Literatura.
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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Bruna Rafaele

No Literária 15 de hoje há uma inovação, a entrevista tem uma temática diferente, minha convidada trata-se uma brilhante colunista, minha grande amiga Bruna Rafaele. Apesar de a literatura estar fortemente presente em sua vida, inclusive na formação acadêmica, a autora, dentre inúmeras áreas em que trabalha, aliou seus conhecimentos linguísticos a uma linha terapêutica com extrema competência.

Seus textos de auto-ajuda ganharam grande repercussão na internet. Dotada de uma profunda capacidade de compreender os sentimentos humanos, consegue com uma linguagem maravilhosa tocar o íntimo do leitor e levá-lo a confrontar seus problemas, enxergar suas qualidades e perceber o próprio potencial renascendo para si mesmo.

Tive o prazer de conversar com Bruna muitas vezes, em alguns momentos profissionais e outros devido à nossa amizade. Isso mesmo, conversar, seus atendimentos pessoais ou on-line, palestras, workshops, tratam-se na essência de uma conversa, mas uma conversa que fala diretamente com a alma. Uma mulher inteligentíssima, com muito a oferecer, dona de um passado de admiráveis conquistas acadêmicas na área de Letras, como um de seus prêmios internacionais que falaremos a seguir. Uma brasileira que construiu um caminho de vitórias acreditando em si e dando o seu melhor. Orquestra palavras que encantam e transformam.

Comunicação e linguagem sempre foram assuntos muito estudados e pesquisados por Bruna Rafaele. Na UFRJ, cursou duas graduações e pela PUC-Rio conseguiu o título de Mestre em Estudos da Linguagem com um estudo culturalista sobre a afetividade na cultura brasileira e em que um foco particular ao contexto da família brasileira.

Em 2002, ganhou um prêmio num concurso de literatura realizado pelo Governo Francês sobre o escritor Victor Hugo. Além disso, com suas pesquisas na graduação e na pós-graduação recebeu bolsas de estudo do governo brasileiro (CAPES e CNPq).

Durante as graduações e a pós-graduação, realizou várias pesquisas sobre afetividade, comportamento humano, comunicação e linguagem que foram apresentadas em congressos nacionais e internacionais. É tradutora e intérprete poliglota, falante fluente de inglês, francês, italiano e espanhol. Dá palestras no exterior sobre os assuntos abordados em seus trabalhos. Trabalhou em instituições de ensino como UFRJ e PUC-Rio.

Em seus atendimentos presenciais e pela internet, aplica técnica de Coaching além de seus conhecimentos adquiridos em seus estudos universitários e também advindos da Metafísica. Publica seus artigos na Revista Personare.

Inicialmente, sua formação era direcionada à comunicação e linguagem. Que fator a levou a focar seus estudos em direção ao campo da afetividade?
Eu iniciei meus estudos na área da comunicação e linguagem e pude observar que toda informação que transmitimos é acompanhada de apreciação negativa ou positiva, o que me permitiu concluir que nunca somos neutros sobre um assunto quando nos exprimimos.

Desse modo, eu fui investigar teorias sobre linguagem que tecem um cruzamento com cultura, comportamento e afetividade e iniciei minhas pesquisas nesta linha analisando o comportamento dos alunos no aprendizado verificando a relação entre afetividade positiva e negativa.

Nestas investigações, encontrei muitas linhas de pesquisa que me fascinaram, como do linguista Brown e desde do início me interessei por encontrar uma maneira de ajudar as pessoas a melhor exprimir suas emoções e desejos através da linguagem falada, escrita e também a corporal.

Como você enxerga a Linguística como ferramenta de compreensão e transformação do comportamento humano?
Através de estudos feitos na área da linguística, nós podemos analisar e perceber muito melhor como acontece a comunicação. Assim, nós encontramos as ferramentas que nos possibilitam entender os motivos que nos levam a ter más compreenssões de mensagens e assim, podemos encontrar melhores estratégias para exprimir o que realmente desejamos passar para o interlocutor.

Conte-nos sobre sua experiência no concurso de literatura que conquistou em 2002, sobre Victor Hugo, realizado pelo Governo Francês.
Foi muito interessante e mágico ao mesmo tempo. Eu estava iniciando meus estudos na área da pesquisa e não tinha muitos conhecimentos sobre literatura. Então, optei por fazer um ensaio mostrando as relações entre a vida política de Victor Hugo e suas obras literárias.

Ter recebido o prêmio foi uma grande surpresa e ao mesmo tempo uma grande alegria que me motivaram e muito a continuar com minhas pesquisas e outra delas também foi premiada sobre o comportamento de alunos em sala de aula.

Através do prêmio também pude conhecer a Franca, país de meus ancestrais e um pouco da Bélgica também.

Suas incríveis pesquisas no ambiente universitário lhe renderam bolsas de estudo do governo brasileiro. As consideram satisfatórias para os estudantes? Acha que precisam ser revisadas?
Na época em que eu recebi as bolsas de estudo do governo brasileiro, tanto na graduação, quanto no mestrado, eu as considerava como um grande estímulo e também um reconhecimento dos meus esforços. Mas, infelizmente, o valor que ganhamos com essas bolsas é muito pouco e não permite que muitos bons estudantes pesquisadores tenham grande dedicação a seus estudos e assim, precisam suprir seus gastos com rendas extras, como eu mesma tive que fazer para conseguir concluir meus estudos.

Em seus trabalhos destacam-se três fortes prismas: Metafisica, Gestalt-Terapia e o Coaching. Como foi seu encontro com esses mundos? E como é uni-los num estilo, tanto literário quanto terapêutico?
Bom, ao estudar cultura e comportamento, eu encontrei muitos estudos que me levaram a entender como o ser humano está sempre ligado a algum tipo de conselheiro que oferece ajuda para resolver assuntos do quotidiano.
Sendo eles problemas ocasionados por comportamento inadequado e comunicação também.

Juntando as minhas pesquisas e o meu interesse em ajudar as pessoas a encontrar soluções práticas para o seu dia a dia, eu estudei muito técnicas que permitem conduzir meus clientes a fazerem reflexões sobre o problema que querem resolver e até mesmo encontrar novas estratégias para alcançarem seus objetivos de vida, sendo eles no campo afetivo e também no profissional.

Atualmente escreve, maravilhosamente, artigos para a Revista Personare. Pensa, ou algum dia imaginou, reuni-los num livro?
Sim, claro e hoje já estou a um passo de realizar esse desejo. Além dos artigos já publicados, eu estou inserindo outros também e sempre com o mesmo foco: fazer meus leitores refletirem sobre melhores maneiras de solucionarem seus problemas.

Em suas palestras e workshops, tanto no Brasil, quanto no exterior, você, obviamente, entrou em contato com indivíduos, cuja personalidade, se diferem pela cultura onde foram criados. Mesmo já sendo uma estudiosa de cultura brasileira, estas experiências mexeram com sua visão a respeito da postura do brasileiro frente a arte produzida em seu próprio país?
Foi bom você perguntar isso porque apesar de eu viver no Brasil, meu contato com estrangeiros sempre foi grande, pois também lecionei muito português para estrangeiros.

Essa minha experiência só me favoreceu para o trabalho que desenvolvo hoje em meus workshops e palestras nos quais eu trato de relações interculturais em ambiente profissional e afetivo ou seja, o cruzamento de culturas e comportamentos que ocorre cada vez mais no Brasil.




Vida Profissional,
por Bruna Rafaele

Coaching (atendimento individual on line ou presencial)

No Coaching, ofereço ao meu cliente uma orientação sobre as melhores estratégias para realizar seus objetivos, sejam eles da área afetiva ou da área profissional.

Através dos atendimentos, o cliente descobre seus verdadeiros objetivos e seus padrões de pensamentos e de comportamento. A partir desses dados, nós começamos a traçar as estratégias para atingir suas metas e assim, chegar ao objetivo principal.

Ao darmos prosseguimento ao Coaching, o cliente recebe tarefas que favorecem o foco contínuo e a disciplina para conseguir conquistar seu objetivo.

O Coaching pode trazer mudanças rápidas no comportamento e nos padrões de pensamento já na primeira sessão com foco no objetivo do cliente e caso o cliente tenha interesse em ter resultados mais abrangentes e mudanças maiores em sua vida, ele pode optar por fazer um acompanhamento a longo prazo comigo.

Aliados à técnica do Coaching, também ofereço aos meus clientes, meus conhecimentos sobre lingüística, gestalt-terapia e metafísica.

No Coaching, focamos os principais temas:

Vida afetiva:
- Conseguir novos relacionamentos afetivos, sejam eles de amizade e amorosos;
- Como melhor interagir em seu círculo social;
- Melhorar o relacionamento familiar;

Vida profissional:
- Mudança de emprego;
- Inserção no mercado de trabalho;
- Como lidar com as dificuldades no seu ambiente de trabalho;
- Aprimoramento de suas capacidades profissionais.

Autoconhecimento:
- Aprimoramento da comunicação em relacionamentos profissionais e afetivos;
- Segurança e autoconfiança;
- Tristeza e depressão;
- Ansiedade;
- Autoestima;
- Timidez;
- Fobias.

Coaching sobre diferenças socioculturais

Se você e sua empresa está buscando ampliar seus horizontes para contatos internacionais, eu ofereço o Coaching direcionado às diferenças culturais entre brasileiros e estrangeiros. Ensino como melhor se relacionar, com base na linguagem, comportamento e respeito da formalidade entre uma cultura e outra.

Palestras

Apresentação e debate sobre temas abordados em meus artigos para empresas e pequenos grupos, como relacionamentos, objetivos na vida pessoal e na vida profissional, bem-estar e padrões de acontecimentos.

Para ter mais informações sobre os temas trabalhados por mim, acesse o link dos meus artigos. (http://www.personare.com.br/revista/autor/5/bruna-rafaele)

Workshops

No workshop, nós abordamos os mesmos temas das palestras, sendo que ele é composto de uma palestra interativa, em que há a exposição do assunto em conjunto com a reflexão dos participantes em busca de um equilíbrio entre “ser” e “agir”, em busca da melhora dos relacionamentos.

Site http://www.brunarafaele.com.br/
Link onde se encontram todos os meus artigos publicados é: http://www.personare.com.br/revista/autor/5/bruna-rafaele/materias&rowsPerPage=20&orderField=3&page=1


Luís Delgado

Antolo... o quê? Antologia!

Você já deve ter se deparado com elas algum dia. Antologias são reuniões literárias que podem ser de poemas, ou contos. Podem ser agrupados por tema, período e até autoria.
Muitos autores participam destes trabalhos por convite ou concurso, e as antologias, por reunirem, na maioria das vezes, uma grande quantidade de autores, tem um forte canal de divulgação.
Um editor idealiza o projeto com tema, tamanho das histórias, geralmente curtas, e prazo para entrega. Assim, recebe material até além do esperado, pode mudar o projeto para atender à demanda, ou selecionar os que participarão.
Existe também o caso de um autor e até mesmo grupo de autores que decidem escrever uma e depois procuram editora.
Quando for um projeto formulado por uma editora, ela com certeza informará as regras e o que é necessário para ingressar na antologia, mas se você está afim de realizar uma, não pense que é um bicho de sete cabeças. Cada autor registra seu(s) conto(s) e depois, ao encontrarem uma editora, um responsável assina o contrato respondendo pelos direitos autorais dos outros, e assim a obra sai assinada como “vários autores”.
O fato é que elas andam invadindo o mundo da literatura cada vez mais, trocando experiências os autores acabam criando uma obra que, mesmo tendo uma temática, é por natureza eclética, recheada de estilos. De qualquer forma você pode aprender muito no intercâmbio com os autores e até se tornar mais conhecido no meio literário.

Sucesso!
Luís Delgado

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Simone O. Marques

No Literária 15 do mês de abril começo recebendo a escritora Simone O. Marques, uma grande amiga. Uma grande autora, com diversas obras publicadas entre contos, romances, antologias e até trilogias. Seu estilo marcante é recheado de toques místicos, que nos levam a passear pela cultura celta, mas essa é apenas uma de suas faces literárias. Em sua carreira também encontramos tramas envolvendo o fantástico mundo do vampirismo e também dimensões paralelas.

Sim, ela criou um estilo que atraiu leitores na internet que a acompanham e interagem profundamente com suas histórias. Uma escritora que vem conquistando espaço a cada dia com um estilo próprio e respeitável, um nome forte na literatura de nosso tempo.

Você escreveu uma brilhante trilogia, A Saga Paganus, contendo os três livros Triskle, Tribo de Dana e Era de Aquário. Depois decidiu criar uma Gênese para explicar tudo. Como foi escrever um romance para falar sobre a origem de outros?
Foi realmente algo bem interessante, por que, na verdade, o Gênese Pagã foi concebido como um livro-divulgação. Ele foi escrito para conquistar os leitores para a trilogia. O livro foi postado totalmente no meu site na internet e conquistou muitos leitores e foi a pedido desses leitores que ele ganhou a versão impressa. Enquanto o Triskle, primeiro livro da trilogia, aguardava as ações do editor, o Gênese Pagã ganhou a vida em papel!
O mais interessante disso tudo foi a oportunidade de aprofundar ainda mais as pesquisas sobre a cultura celta e a descoberta de que ao norte em Portugal até hoje existem festas de inspiração celta!

Seus livros tem uma essência mística, celta. O que mudou na sua vida após o contato com esse mundo?
Posso dizer que mudou minha vida totalmente. Conhecer essa cultura fantástica foi apenas a ponta de um iceberg e na base dele descobri minhas próprias origens. Meus ancestrais são originários da região de Trás-os-montes, de uma vila marcada pela cultura celta, mas só descobri isso quando fui pesquisar para escrever o livro! A questão mística foi ainda mais impactante, pois o símbolo Triskle apareceu-me em um sonho e me motivou a descobrir se existia mesmo e a escrever toda a saga!

Seu livro “Agridoce” nasceu de um conto homônimo que ganhou muitos fãs. Como foi esse processo de transformar um conto em uma grande obra?
Incrível! Tive a oportunidade de contar uma história por completo, desenvolver a trama e construir mais detalhadamente os personagens. O Agridoce foi um dos exercícios mais deliciosos que resolvi fazer e tenho que agradecer novamente aos meus leitores, que foram os provocadores, pedindo para que o conto virasse livro!

Participando de várias antologias você teve contato com muitas editoras diferentes. Qual tem sido o resultado desse intercâmbio?
No mínimo, interessante. Começando pelo conhecimento sobre os diferentes tipos de trabalhos das editoras, desde a seleção do conto até o lançamento. E mais importante é o contato com diferentes autores novos e não tão novos no mercado literário! É uma troca muito rica, sem dúvida nenhuma!

Em Crônicas do Reino do Portal você conta a história de oito jovens em um universo diferente, lidando, entre outras coisas, com suas personalidades. Até que ponto, essas personalidades, mexeram com os leitores?
Puxa! Muito! E eu me encanto quando isso acontece! Meus leitores encaram as personalidades tomando sua defesa, atacando e colocando-se na história de forma maravilhosa! Eles questionam determinadas posturas dos personagens diante das situações, colocam suas expectativas quanto à forma de solucionar os problemas, brigam com outros personagens, criam teorias para o que virá... é fantástico! E é graças a essa interação com os leitores os personagens só crescem e ficam mais vivos do que nunca!

Tribo de Dana tem em, seus ambientes, cidades místicas do Brasil. São cidades fictícias, ou você teve contato real com esses lugares?
As cidades presentes no Tribo de Dana são fictícias, mas possuem sua versão real (rs). Fiz uma grande pesquisa sobre as cidades místicas no Brasil, sua localização, pontos que atraem os turistas e o que muitas delas oferecem neste sentido. Tracei um caminho virtual por estradas, pequenas cidades,campings, comunidades alternativas para levar os leitores até o destino dos personagens! Eu mesma pretendo fazer esse caminho um dia, de verdade!

Você acha que as grandes feiras literárias do Brasil tem dado o espaço necessário aos autores brasileiros, independente de gênero e de editora?
Grandes feiras literárias têm privilegiado os lançamentos internacionais e autores nacionais já consagrados. Esperemos que esse conceito e tratamento a novos autores um dia mude!





Saga Paganus

Segundo a análise da escritora Georgette Silen, “a Saga Paganus é uma verdadeira trama de letras, palavras e frases, aliadas com precisão literária a um enredo alucinante e cheio de vigor, que aprisiona o leitor até a última linha e nada deixa a desejar, em qualidade e força, comparada a obras de peso da literatura mundial.”

Uma saga que tem como personagens protagonistas e antagonistas, onipresentes e opressores, Deus e Deusa que decretam, em meio a toda trama, Sua guerra particular, manipulando títeres que se recusam a subserviência inexpressiva. Mortais que querem ditar o próprio destino, trilhar uma estrada aberta com seus próprios passos. Terem o direito de escolha. Com também há aqueles que trilham cegamente Suas instruções, sem pesar consequências ou medir seus atos.
A série nos faz questionar, entre outras coisas, os limites entre a fé cega, a razão, a vontade e o livre-arbítrio, esse último como algo que deveria ser parte intrínseca da vida dos homens. E, ao mesmo tempo, nos coloca diante de uma verdade que poucos querem cogitar: haverá somente um Deus, como prega a sociedade judaico-cristã? Existem outras Divindades? E qual é o Seu caráter?
Que motivações levam esses Seres, considerados como pilares da fé para milhões de pessoas, a travar verdadeira guerra no mundo terreno? Interferir, de forma direta e pouco “celestial”, nos destinos e escolhas dos homens?
E a quem recorrer, quando Eles estão aparentemente contra nós?

A Saga é iniciada pelo livro Gênese Pagã, que se passa em Portugal, no século XVII, envolve duas mulheres que são perseguidas como hereges pagãs e que têm uma missão muito importante a realizar. Percorrendo aldeias e enfrentando as imposições religiosas, as personagens caminham para um destino incerto e que prenunciam um futuro que se encontra em terras tupiniquins.
Composta ainda pelos livros Triskle, Tribo de Dana e Era de Aquário, a saga leva ao leitor a conhecer personagens intensos, complexos, apaixonantes, controversos, numa viagem que vai de São Paulo até o centro do Brasil. O cenário fantástico das paisagens genuinamente nacionais temperado pela fantástica cultura celta.

Os livros da Saga estão à venda no site da editora http://www.biblioteca24x7.com.br/ ou no site http://www.amazon.com/ ou ainda diretamente com a autora com um autógrafo e preços especiais, é só mandar um email: simone.odete@uol.com.br

Outras obras da autora Simone O. Marques

Com lançamento esperada ainda para o primeiro semestre de 2010, vem aí o livro de Vampiros: Agridoce, com uma história que vai levar muito sangue, terror e sensualidade aos fãs do gênero. O livro sairá pelo selo Spectrum da Editora Multifoco.

A escritora ainda tem contos em várias antologias: Draculea: o livro secreto dos vampiros (All print) com o conto “Aprender para Dominar”; Marcas na Parede (Andross) com o conto “Mas livrai-nos do mal”; Grimoire dos Vampiros (Literatta) com o conto “Tocaia”; Elas Escrevem (Andross) com o conto “A Górgona do Espelho” e estará no lançamento da antologia No mundo dos Cavaleiros e Dragões, em São Paulo no dia 10 de abril, participando com o conto “O ovo do Dragão”.

O que vem por aí:
A série de fantasia: Crônicas do Reino do Portal, que já teve dois volumes publicados na comunidade do livro na internet (O Enigma da Adormecida e O Lago de Fogo), além de um conto (O Lorde das Sombras) e está no terceiro volume (A Arena de Tártaro). A série deve ganhar publicação em papel ainda esse ano.

Visite o site da autora: http://simone.odete.sites.uol.com.br/

Veja o novo blog: http://simoneomarques.blogspot.com/

Conheça as comunidades dos livros na internet:
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=58234505

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=47145161

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=55799702

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=87625372

Luís Delgado

Tipos de Editoras

Quando seu livro já estiver registrado e você interessado em publicá-lo, vai se deparar com dois caminhos. É o que chamo aqui de tipos de editoras. Existem as comerciais e as que poderíamos chamar de orientadas à publicação.
A diferença é que a primeira não repassa custos ao autor, seu interesse é nas vendas, assim que ela avalia e dá um sinal positivo ao autor sobre a publicação, ela mesma começa a elaborar com cuidado a obra para fins lucrativos. A renda virá principalmente da venda dos exemplares. O autor não terá que se virar sozinho com um plano de Marketing. A que, aqui, chamamos de orientada à publicação, cobra a capa, a diagramação, a revisão e por vezes uma taxa ou outra por algum serviço peculiar. Essa não tem o foco nas vendas, mesmo ganhando com isso, pois recebe diretamente do autor que é quem banca a produção. Muitas vezes não há nenhuma estratégia de vendas.
Com isso você pode então pensar que só o tipo comercial presta. Mas não é bem assim, existem casos e casos. Muitas vezes você pode ter um bom canal de vendas e um livro com grande potencial para ser comercializado. Cada exemplar pode sair barato para você e com isso, penetrar no mercado com excelentes preços é uma ótima via. Por outro lado, contar com o apoio de pessoas experientes que estão interessadas em vender seu produto não é nada mal.
Resumindo, há vantagens e desvantagens. Portanto, pese bem suas intenções, o mercado à sua volta, se você tem como atingir o público com seu produto, capital para bancar uma produção, disponibilidade para se deslocar de uma cidade à outra para entrevistas ou feiras literárias, nível de compromisso. Mas acima de tudo, aposte em você!

Sucesso!
Luís Delgado